quarta-feira, 18 de maio de 2016

Às vésperas do Rio, técnico admite ''bruxa solta'' na equipe do 4x100m

Apontada como chance de medalha ao longo do ciclo, equipe de revezamento feminino sofre com possíveis baixas. Personalidade forte de Rosângela é comentada.
O início do ciclo olímpico apontava o revezamento 4x100m feminino como esperança de medalha para o atletismo nos Jogos do Rio. Além da expectativa criada, houve investimento através de campings de preparação e incentivos individuais. Entretanto, os últimos meses trouxeram problemas em sequência para o time. Ao contrário de todo o cronograma inicial, a equipe correu no evento-teste do Engenhão com uma formação ''desfigurada'' a menos de três meses das Olimpíadas.
Além da baixa de Ana Cláudia Lemos (suspensa por doping), a equipe competiu sem Franciela Krasucki, que se lesionou na final dos 200m do torneio e ainda será avaliada. Rosângela Santos, por sua vez, abandonou a competição após passar mal. Coordenador técnico da equipe, Carlos Alberto Cavalheiro reconhece a recente ''bruxa solta'', mas tenta manter a calma e acredita que as velocistas remanescentes conseguirão seguir com a melhor preparação mesmo diante das adversidades.
- A gente esperava ter uma equipe formada esperando o Troféu Brasil (em julho) onde vai decidir o time. Então, é aguardar o que vai acontecer. Se eu fosse uma delas (remanescentes), estaria preocupado com o que está acontecendo no grupo. Mas como o grupo realmente está muito unido, até pelo número de campings que fazemos, elas estão melhores do que eu esperava - disse Cavalheiro.

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